quarta-feira, 28 de novembro de 2012

ORAÇÃO À NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS

Súplica - Ó Imaculada Virgem Mãe de Deus e nossa Mãe, ao comtemplar-vos de braços abertos derramando graças sobre os que vo-las pedem, cheios de confiança na vossa poderosa intercessão, inúmeras vezes manifestada pela Medalha Milagrosa, embora reconhecendo a nossa indignidade por causa de nossas inúmeras culpas, acercamo-nos de vossos pés para vos expor, durante esta oração, as nossas mais prementes necessidades (momento de silêncio e de pedir a graça desejada). Concedei, pois, ó Virgem da Medalha Milagrosa, este favor que confiantes vos solicitamos, para maior glória de Deus, engrandecimento do vosso nome, e o bem de nossas almas.
         E para melhor servirmos ao vosso Divino Filho, inspirai-nos profundo ódio ao pecado e dai-nos coragem de nos afirmar sempre verdadeiros cristãos. Amém.

Rezar 3 Ave-Marias.

- Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós.

Oração Final - Santíssima Virgem, eu creio e confesso vossa Santa e Imaculada Conceição, pura e sem mancha. Ó puríssima Virgem Maria, por vossa Conceição Imaculada e gloriosa prerrogativa de Mãe de Deus, alcançai-me de vosso amado Filho a humildade, a caridade, a obediência, a castidade, a santa pureza de coração, de corpo e espírito, a perseverança na prática do bem, uma santa vida e uma boa morte. Amém.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

DIA DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS

Hoje deveria ser um dia de celebrações, de festa, de uma alegria que se sobrepõe à mesquinhez humana: Dia de Nossa Senhora das Graças! A mesma Senhora que sempre esteve comigo mesmo quando não a via, não a sentia. Desde o ventre da linda mulher que me pariu, Nossa Senhora já cuidava de mim.

Conheci sua história aos 9 anos de idade na catequese infantil na paróquia que recebe seu nome,  e a até os 16 afastei-me quase totalmente. Em 2002, voltei para seus braços trabalhando na barraca de pítiça da festa da paróquia no decorrer da novena. Desde então, nunca mais me separei.

Veio a Crisma e nossa relação se estreitou ainda mais. Foi quando experimentei, testemunhei o poder da sua intercessão. Nessa fase, descobri, entendi como Ela intercede por nós. Que lindo! Que bênção! Quanta emoção!

Neste 27 de novembro só queria lembrar e falar do amor e do poder de Nossa Senhora. Mas o dia está sendo tão pesado, tão desgastante... Coisas minhas, coisas dos meus amigos... Tudo tão triste, impactante.

Entretanto, ao menos um dia tem de ser todo dEla. A Virgem que me envolve, me ampara, me ouve e protege! Como é bom confiar em ti! Como é bom ter seu exemplo de maternidade! Como é bom poder recorrer a ti para chegar ao coração de Jesus!

Minha querida Nossa Senhora, perdão pela falta! Perdão por, pela primeira e se Deus quiser única vez, tê-la deixado de lado no seu dia. Dia que me causa profunda reflexão, intensa confiança! Dia que minha fé é renovada significativamente!

Rezei. Pedi. Agradeci. Tentei não chorar, mas a Senhora bem me conhece. Sabe das minhas aflições, medos, frustrações... E ainda assim, fica comigo, me anima, me fortalece!

Obrigada, Mãezinha, por seu amor, seu zelo, sua presença!

Parabéns por sua beleza, obediência, sabedoria, paciência, força!

Certamente, não aguentaria ver ninguém machucando meu filho...

Que Seu Manto Sagrado seja suficientemente grande para envolver a todos os seus filhos e aquecer os corações angustiados!

Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

CHEIRO DE AMOR

De repente fico rindo à toa sem saber por que
E vem a vontade de sonhar de novo te encontrar
Foi tudo tão de repente, eu não consigo esquecer

E confesso tive medo, quase disse não
Mas o seu jeito de me olhar, a fala mansa meio rouca
Foi me deixando quase louca já não podia mais pensar
Eu me dei toda para você


De repente fico rindo à toa sem saber por que
E vem a vontade de sonhar de novo te encontrar
Foi tudo tão de repente, eu não consigo esquecer
E confesso tive medo, quase disse não
E meio louca de prazer lembro teu corpo no espelho


E vem o cheiro de amor, eu te sinto tão presente...
Volte logo meu amor



Composição: Paulo Sérgio Valle / Ribeiro / J. Moraes / Duda

domingo, 25 de novembro de 2012

O AMOR...

"O martírio é uma consequência natural do coração que ama." (Padre Fábio de Melo)




                                        Composição: Bruno Fortunato / George Israel / Leoni









SEM TÍTULO [3]

O que isso quer dizer? Até quando terei de conviver com tudo isso? São tantas ausências, tantas carências, tantas interrogações...

Estou quieta. Não pergunto, evito falar a respeito, só ainda não consegui não pensar, não sentir, não lembrar, mas quem sabe um dia não consiga o que até hoje me pareceu impossível?

Escrevi para você esses dias... Disse que era melhor continuarmos assim: sem contato, sem notícia, distante. Por que não me atendeu? Por que fez o contrário? Queria saber se ainda é capaz de me desestruturar, desconcentrar, chorar compulsivamente? Sim. Você tem esse poder de me roubar o ar, o sossego.

Quilômetros de estradas nos separam, no entanto um telefonema, sua voz o trouxe para dentro desse quarto, de novo. Fecho os olhos e tudo volta. Sinto seu cheiro, seu gosto, ouço sua gargalhada, vejo seus olhos. Não quero mais isso para mim, por favor!

Estava corrigindo as redações das crianças do 6º ano, saboreando a ingenuidade de cada construção frasal, refletia sobre a perda desta inocência... Peguei o celular para enviar uma mensagem a uma pessoa querida, Fernando – meu professor de morfossintaxe –, e você me interrompe. A pessoa que jamais pensei que me ligaria novamente. E fico assim, misturada, pensando e sentindo tudo simultaneamente. E agora, como retorno? Como encontro a direção que seguia?

Digito duas palavras e enxugo o rosto. Pisco os olhos e lembro-me das suas palavras há minutos. Respiro fundo e tento descobrir as respostas. Paro, penso, bebo suco, olho para a tela e nada mais acontece. Sinto-me imobilizada, totalmente presa a um troço que já nem sei o nome.

11 anos... Já não basta? O que mais precisa acontecer para o meu coração entender, aceitar, rejeitar? Não, Carolina. O coração só sente!

Não quero terminar esse texto confuso, estranho, misturado. Não quero mais pensar. Não quero mais chorar. Não quero mais sentir. Ouvirei música.



                                           Composição: Max de Castro / Daniel Carlomagno

terça-feira, 20 de novembro de 2012

20 DE NOVEMBRO

Hoje seria mais comum, apropriado, esperado ou algo desse tipo falar de Zumbi do Palmares, da Consciência Negra. No entanto, é você que toma conta de tudo em mim. É de você que não me esqueço. São as lembranças que permanecem ativas aqui dentro. Nesse apartamento. Nesse quarto. No meu coração.

Mais um 20 de novembro que não estou aí; que você não está aqui. Novamente separados, distantes, perdidos um do outro. Sem notícias, sem expectativas, sem esperança, sem chance. Outra vez o que é ruim me invade: tristeza, dor, raiva, vontade de matar o que sinto, saudade, hipóteses, desejo. Até o que é bom transforma-se no que me faz mal quando olho para o lado e não o vejo.

Pego-me pensando no quanto você é covarde e egoísta e percebo que também sou. Fui covarde quando não agi de maneira concreta – se é que era realmente necessário depois de tudo. Fui, ou melhor, sou egoísta porque o queria presente, perto, se possível, colado a mim. Queria que você tivesse escolhido a mim, a minha família, a minha vida e não a dela.

Falo de raiva em meio a tão grande amor porque já não aguento tantos anos de dor, de lágrimas, de migalhas. Sim. Você me ofereceu sobras. Eu te dei o mais puro e sincero de mim. E por mais que não acreditem, eu só o queria o mínimo de respeito de volta. Mas, preferiu outro caminho. Pegou o primeiro desvio que o levava para longe de mim; do meu amor, do meu carinho, do meu cuidado.

Nem a minha amizade você quis. Será que sabe o que é amizade? Já teve isso com alguém? Pensei que eu era sua amiga, não só por ter enxugado centenas de lágrimas suas, ter atendido seus telefones na madrugada, respondido suas mensagens, ter mentido inúmeras vezes para encontrá-lo, aplaudido suas pequenas e grandes conquistas, mas porque eu demonstrava minha preocupação com seu bem-estar, meu zelo por você e por tudo que lhe dizia respeito.

Acreditei nos comentários que fazia acerca das minhas cartas para você. Entretanto, NUNCA pude desejar-lhe um feliz aniversário no dia 20 de novembro. NUNCA pude presenteá-lo com um abraço, um cartão e um blusão que você tanto gosta. Nunca pude cantar parabéns para você. De novo, dessa vez no ano de 2012, não estamos juntos, comemorando mais um ano seu de vida. Caminhos contrários. Estradas que não se cruzarão.

Que Deus me abençoe e acalme meu coração; que essa respiração ofegante se encerre; que as lágrimas parem de rolar para não danificar meu computador. Que Jesus o abençoe, guarde sua vida de todo mal, conceda-lhe um dia de alegria ao lado da família e de quem você escolheu para ser sua mulher. Que Maria me pegue no colo e interceda por seu caminho.

É melhor assim: longe, sem nenhum contato. Não sei como reagiria se o visse agora.

Fique aí, com essas pessoas, a política – que decepção! -, longe da sua filha, com suas coisas.

Permanecerei aqui, fiel a esse sentimento que é só meu, convivendo com essa dor que não me poupa em tempo algum.

Parabéns! Feliz aniversário! Saúde, paz e bem!  




domingo, 18 de novembro de 2012

JOANA APARECIDA SOUSA DA SILVA

Vê-se sem lugar. Perdida por entre as gentes. Não há espaço para realizar seus afazeres. Queria fazer como a sintaxe que concerne ao plano organizacional. Ou como na mitologia grega em que o enunciado “Conhece-te a ti mesmo” quer dizer saiba qual é o seu lugar no mundo e o papel que você tem.

Muitas vezes pensa desejar demais; ter necessidade de coisas grandiosas. No entanto, noutros momentos, sente que na verdade só almeja o mínimo: respeito, sinceridade, direito de pensar, sentir e falar livremente, um canto para estudar, refletir, escrever, uma vaga numa instituição pública para seu filho.

Sente-se sozinha, incompreendida, desrespeitada. Há contradições. Tenta isolar-se, mas sua casa está sempre cheia. Encontra-se frequentemente cercada por problemas alheios, mentiras, egoísmo, falsa felicidade. Está cansada, bastante por sinal. É nova, tinha sonhos bonitos, acreditava nas pessoas. Tudo está se perdendo: o tempo, a esperança e a crença.

Suas dores físicas são desencadeadas pela subjetividade, pelo que está dentro – angústias, tristezas, preocupações. O externo prejudica sua concentração. Não consegue ao menos chorar com tranquilidade porque a qualquer momento alguém invadirá o local e perguntará o que está acontecendo. Não entende a razão de tanta cobrança. Não sabe o porquê de sempre ter de encontrar respostas para o que amiúde não se pode responder. Se ela vive, ou sobrevive quase sem resposta, por que os outros também não podem fazê-lo?

Ela só precisa de uma trégua, de compreensão, de silêncio. Precisa que respeitem o que para ela é relevante. Não aguenta mais a sombra da desistência cercando-a. Tem ciência de que é capaz de fazer dar certo, de conquistar seus ideais, mas sente-se fraca, desmotivada, esgotada.

A falta que sente de seus amigos (se é que ainda pode utilizar este vocábulo como qualificador), as boas lembranças de histórias interrompidas covardemente, seu desconforto com seu corpo, a saudade de pessoas ausentes fisicamente, de coisas, momentos, situações e atividades religiosas já estão inseridas na sua rotina.

Já não quer mais falar de amor entre homem e mulher. Já não pensa mais em casamento. Já não acredita que saibam o significado de lealdade, cumplicidade. A dificuldade de levar as pessoas a sério está aumentando sensivelmente.
Chora todos os dias por causas próprias e também por aquilo que não lhe atinge de maneira direta. Dos cinco dias, três só vai para a universidade para não ser reprovada por falta. Docentes jogando matéria, enrolando, correndo com avaliações para terem mais tempo de férias, descomprometidos com a vida acadêmica e futuramente profissional dos seus alunos, focados na sua fama e dinheiro, restaurante universitário com um troço que nem sempre pode ser chamado de comida, sem xerox, sem cantina, sem gramática.

Ela não quer falar de coisa ruim. Não quer ficar triste. Não quer ser pessimista. Não quer afastar-se da sua essência alegre, bonita, otimista, amorosa. Quer falar de Deus, da misericórdia divina, do amor de Maria, da relação com seu filho, de amizade, de amor. Quer ler. Quer escrever, criar, praticar o que aprende. Quer estudar língua portuguesa, literatura, espanhol, filosofia, sociologia, mitologia, história, linguística. Quer ouvir músicas e cantá-las. Quer viver, descobrir-se e renovar-se. Sorrir!                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         

domingo, 11 de novembro de 2012

DOUTORES DE HOJE

Naquele tempo, Jesus dizia, no seu ensinamento a uma grande multidão: “Tomai cuidado com os doutores da Lei! Eles gostam de andar com roupas vistosas, de ser cumprimentados nas praças públicas; gostam das primeiras cadeiras nas sinagogas e dos melhores lugares nos banquetes. Eles devoram as casas das viúvas, fingindo fazer longas orações. Por isso eles receberão a pior condenação”.

Jesus estava sentado no Templo, diante do cofre das esmolas, e observava como a multidão depositava suas moedas no cofre. Muitos ricos depositavam grandes quantias. Então chegou uma pobre viúva que deu duas pequenas moedas, que não valiam quase nada. Jesus chamou os discípulos e disse: “Em verdade vos digo, esta pobre viúva deu mais do que todos os outros que ofereceram esmolas. Todos deram do que tinham de sobra, enquanto ela, na sua pobreza, ofereceu tudo aquilo que possuía para viver”. (Marcos 12, 38-44)



sábado, 10 de novembro de 2012

SOU SUA FÃ!



Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões
Gosto de ser e de estar
E quero me dedicar a criar confusões de prosódia
E uma profusão de paródias
Que encurtem dores
E furtem cores como camaleões...

Língua, por Caetano Veloso

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

ORAÇÃO AO DIVINO PAI ETERNO

DIVINO PAI ETERNO,

Aqui estamos para prestar-vos a nossa homenagem.
Nós cremos em vós, Pai Eterno, nosso Pai e nosso Criador.
Confiamos em vossa bondade e poder.
Queremos amar-vos sempre, cumprindo vossos mandamentos e servindo ao vosso Filho Jesus, na pessoa de nossos irmãos.
Nós vos damos graça pelo vosso amor e pela vossa ternura.
Vós nos atraís ao vosso Santuário e nos acolheis de braços abertos. Vós nos guiais com os ensinamentos do vosso Filho.
Nosso Senhor, e nos dais sempre o vosso perdão.

DIVINO PAI ETERNO, QUEREMOS CONSAGRAR A VÓS:
NOSSAS FAMÍLIAS, Para que vivam em paz e harmonia;
NOSSAS CASAS, Para que sejam iluminadas pela vossa presença.
NOSSAS ALEGRIAS, Para que sejam santificadas pelo vosso amor.
NOSSAS PREOCUPAÇÕES, Para que sejam acolhidas em vossa bondade;
NOSSAS DOENÇAS, Para que sejam remediadas com a vossa misericórdia;
NOSSOS TRABALHOS, Para que sejam fecundos com a vossa bênção.

DIVINO PAI ETERNO,

Recebei a homenagem da nossa fé, fortalecei a nossa esperança e renovai o nosso amor. Dai-nos o dom da paz e da fidelidade à vossa Igreja. Pela intercessão de Nossa Senhora, mãe do vosso querido Filho, dai-nos a perseverança na fé e a graça da salvação eterna.
Amém!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

MARIA LUIZA, SUA SABEDORIA E O DIVINO PAI ETERNO

Não sabe ler nem escrever corretamente. Estudou até a 4ª série do antigo primário. Trabalhou a vida inteira. Cuidou da mãe, irmãos, sobrinhos, marido, filhos, netos e agora do bisneto. Sempre se deixando em segundo lugar. Sempre priorizando a harmonia familiar e a fé em Deus, Jesus Cristo e Nossa Senhora.

Mesmo com as dificuldades na leitura e na escrita, sua oratória é repleta de significados pertinentes. Detentora de um discurso carregado de propriedade. Profere as palavras mais duras da maneira mais amena. Demonstra e comprova que ser culto é muito mais que ler, escrever e falar corretamente, é absorver os frutos da experiência da vida e colocá-los em prática de forma delicada e eficaz. Ela faz isso como ninguém.

Para tudo recorre a Deus. Nas tristezas, angústias, alegrias, agradecimentos e pedidos dirigi-se a Jesus Cristo. Tenta contagiar os seus com tamanha fé e não desiste, não se cansa, não se importa com a duração da persistência daqueles que não creem na misericórdia divina. Louva. Canta. Suplica. Glorifica.

Vendo a aflição de sua neta, aproximou-se vagarosamente e indagou: - Minha filha, o que está acontecendo? A neta, com muita vontade de chorar, sintetizou o problema. Imediatamente, sua avó fez-lhe um convite crucial: - Ô, minha filha... Vamos acender uma vela para seu Anjo da Guarda? A neta concordou e no decorrer da oração, antes de debulhar-se em lágrimas, a avó entregou-lhe a oração do Divino Pai Eterno e retirou-se.

Escolher a irresponsabilidade, entregar-se ao desespero e às dificuldades, ficar chorando sem agir não modificará algo possível de ser melhorado, superado, bem administrado. Permitir que os problemas tornem-se justificativas é disfarçar, mascarar a negligência. É acovardar-se.

Não há mais tempo a perder. Os que estão ao redor, convivendo precisam de exemplos de força, dedicação, responsabilidade, organização, educação, superação, amor e respeito.

Já se perderam bastantes oportunidades, muitas chances. Agora, é chegada a hora de lavar o rosto, dobrar os joelhos em oração a Deus e empenhar-se, traçar metas e seguir o caminho que leva à conquista, ao progresso, à evolução!

Obrigada, vó, por estar sempre atenta, sempre por perto; por acreditar em mim e confiar no poder divino!

Quando a senhora for ao encontro do Pai, será difícil demais, doerá no mais profundo de mim, sei disso. Olho para a senhora, com seus 81 anos, anos de uma história muito sofrida, mas também com vitórias, e tremo, só de pensar na sua ausência física.

Agradeço por me amar, respeitar e cuidar do meu filho do jeito mais carinhoso que uma bisa é capaz!