segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

TEMPO DE ACREDITAR [2]

Que ano! Quanta gente! Quantos momentos inesquecivelmente alegres! Quantas noites dolorasamente sofridas!

2012 fica para trás. 2013 anuncia sua chegada. É hora de olhar com atenção o que pode ser melhorado. É mais uma chance dada por Deus para assumirmos nossa pequenez. Agora, podemos olhar os doze meses vividos e dizer: “Não tem jeito, já é passado. Isso eu quero de novo. Aquilo não quero viver outra vez.

Perdas físicas. Perdas sentimentais. Dores. Ausências. Lágrimas. Insônia. Quanto se aprendeu! Quanto se ensinou! Quanto se superou! Sim, sobrevivi! Sobrevivemos às injustiças! Mais uma vez conseguimos conviver com nossas mazelas e com os defeitos dos outros!

Novos afazeres. Novos objetivos. Novos pensamentos. Novos encontros. Outras oportunidades. Muita poesia. Bastante música. Inúmeras reflexões. Algumas rodas de samba. Beijo na boca. Elogios. 
Você nunca se foi. Já você, apareceu por vezes que se podem contar nos dedos (menos mal). Vocês, meus amigos, sempre presentes em pensamentos, lembranças, saudades. O Senhor, Jesus Cristo, sempre presente, mas quase nunca em primeiro lugar, quase nunca eu perto de Ti, raramente atenta aos Seus Sinais.

Perdi Kamila e família. Resgatei Bruno, Daniela, Karla, Caren e Raquel (nos quarenta e cinco do segundo tempo). Mantive meu filho, Kinda, Marcele, Jaqueline, Sérgio, Priscila, Gizelia e Melina. Reencontrei Renata, Fabiana e Michelle. Ganhei Fernando, Ana e Aninha (para minha feliz surpresa).

Experimentei a greve de universidade, a qual me fez um tremendo mal, a qual em nada me beneficiou. Consegui um emprego, difícil, que muito me ocupa, mas por enquanto é o que se tem e sem o qual ainda não dá para ficar. Passei para o 3º período na faculdade. Obtive novas noções. Rompi com reflexões falsas. Fui apresentada a novas ideias. Emagreci. Engordei, e muito. Tirei bastante foto. Vi o Jorge Aragão de novo. Conheci pessoas. Completei 26 anos de nascida e meu filho 2. Ganhei e dei presentes.

É tempo de aproveitar todos os bons frutos e analisar os maus. É tempo de louvar a Deus por mais uma chance para buscarmos mais amor, paz e justiça neste mundo violento e egoísta. É tempo de sonhar novos sonhos e lutar, incansavelmente, por tudo que for melhor, tudo que é do bem. É tempo de traçarmos a meta de sermos mais alegres que tristes. É tempo de organizarmos objetivos e escolhermos o caminho que nos levará a conquistá-los. É tempo de confiar firmemente em Deus, em Maria, no Espírito Santo. É tempo de agradecer pela vida, pelas pessoas, por nossos bens materiais, por nosso aprendizado. É tempo de crer mais no amor, nas pessoas, na amizade, na família, na vida. É tempo de acreditar que é possível um dia a dia mais leve.

Esse tempo serviu para me fazer ajoelhar, chorar muito e dizer a Deus: Obrigada, Senhor! Obrigada por tudo que vivi, aprendi, vivenciei, vi, sofri, chorei! Obrigada pelas pessoas que entraram na minha história e obrigada também pelas que saíram! Obrigada por não desistir de mim; por me aceitar! Obrigada por me oferecer um novo ano; por me dar mais 12 meses para fazer diferente, para viver melhor! Obrigada por seu Amor misericordioso e por seu Perdão! Obrigada pela nova chance!

Que 2013 seja recheado de bênçãos de Deus! Um ano de luta, vitórias e bastante força! 12 meses repletos de amor, amizade e fé em Deus!

Feliz Ano Novo!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

AUSÊNCIA

Amigos que se amam, logo, se respeitam. Amigos que moram próximo mas nem sempre se veem. Amigos que o tempo transformou em irmãos. Amigos que compartilham dores, dúvidas, lágrimas e risadas. Amigos que se divertem com o mínimo. Amigos que são amigos por causa de amigos que hoje são conhecidos. Amigos que são o que são com liberdade. Amigos que não se omitem, não se envergonham. Amigos-confidentes.

Um dia ele avisou que a mãe estava internada num hospital próximo a casa deles. Ela ficou tensa, pois sabia da gravidade do caso, mas ainda assim conseguiu – ou pensa ter conseguido – transmitir alguma força naquele momento delicado. Ela tentava não abandonar o pensamento positivo mas a realidade era dura, preocupava. Fez-se presente. Cobrava-lhe o cuidado com a alimentação e notícias regulares.

Alguns dias depois, ele, que ligara para avisar da internação, dessa vez ligava para comunicar o falecimento. Ela precisava, rapidamente, encontrar palavras e saiu apenas a frase Conta comigo! Desligou. Chorou. Rezou. Aflita, perguntava a Deus o que seria do seu amigo sem a mãe, sem sua única companhia dentro de casa. Perguntava ao Pai o que ela devia fazer de imediato. Rezou e acordou com Deus que tomaria conta do seu amigo, que estaria sempre por perto. Acredita estar conseguindo cumprir o trato.

Velório. Dia e horário da prova optativa dela na universidade. Escolheu abraçar seu amigo em detrimento da chance de aumentar sua nota. Naquela manhã, só importava dar-lhe algum apoio; já não se preocupava com o “cr”. Estava nervosa. Pedia a Deus força. Não queria chorar. Não queria ficar de longe. Quase tudo em vão. Na porta da capela, ao ver seu amigo-irmão desprotegido, temeroso, frágil, completamente envolvido de amor e dor, ela o abraçou, sem tirar os óculos escuros, e desabaram. Que abraço forte – certamente o mais forte que deram! Um choro alto, intenso, cujas palavras faziam-se desnecessárias naquela hora. Quanto amor! Quanto companheirismo! Quanta solidariedade!

Enterro. Foi difícil. Com caixão depositado no local determinado, ele gritava para sua mãe, com o peito transbordando de amor, dor e medo. Ela chorava, rezava e sentia orgulho do seu amigo e suas palavras à mãe. Familiares e amigos presente. Todos em comunhão naquele momento, tentando transmitir força ao Bruno. Que bonito!

Na volta para a porta do cemitério, eles caminharam de mãos dadas, deixando clara a união verdadeira que existia – e existe –, o apoio mútuo, o carinho. Até sorriram, quase gargalharam. A alegria sempre imperou na relação deles.

Ela voltou para sua casa. Triste, sensível, preocupada. Ele foi almoçar com os amigos, o que a deixou um pouco mais tranquila.

A semana passou, eles trocaram mensagens via celular e internet e mais uma ligação, dessa vez para confirmar dia e horário da missa de sétimo dia.

Ela saiu mais cedo do trabalho e foi direto para a Igreja, tensa com o clima que poderia estar. Graças a Deus foi surpreendida positivamente. Ficaram o tempo todo abraçados. Rezaram junto. Após, foram comer porque ele encontrava-se bastante faminto – para variar rs. Pessoas bacanas os acompanharam na lanchonete e riram muito. Gargalhada sincera, para aliviar as lembranças e a certeza de voltar para casa e não mais vê-la.

A ausência é um fato, assim como a amizade e o carinho que existe entre Bruno e Carolina, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, como ela diz.

Meu amor, cuide-se e continue contanto comigo para qualquer coisa e a qualquer hora.

Mil beijos e que Deus o abençoe!



quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

ESTÁ QUENTE

Aqui.
Ali.
Acolá.
Dentro.
Fora.

Em todo canto
elevada está a temperatura:
do corpo, da alma,
do Sol.

O calor do meu corpo
quando se mistura ao seu
resulta num grau
somente por nós atingido.

Pessoas se banham.
Bebem grande quantidade de líquido.
Abanam-se.
No entanto, nós,
recorremos um ao outro
e é suficiente.

Seu cheiro encontra o meu.
Meus lábios se grudam nos seus.
E o namoro acontece.
O desejo satisfaz-se.

Está quente em mim.
E fico mais quente quando estou contigo.
Está quente aqui
porque você está presente.



domingo, 23 de dezembro de 2012

TEMPO DE ACREDITAR

No Catolicismo há o Tempo Comum, Tempo da Quaresma, Tempo do Natal e outros. Todos esses tempos têm em comum o Tempo de acreditar. Acreditar mesmo. Crer na força do amor de Deus por cada um de nós. Ele nos quer SEMPRE perto mesmo com todas as nossas limitações, imperfeições, mazelas. Um amor puro, gratuito, poderoso.

Esse tempo é propício para sonhar, agradecer, reconhecer as falhas, prosperar em vários aspectos particulares. Momento de inclinar a cabeça diante de Deus, diante da vida e assumir tudo que poderia ter sido melhor e não foi, única e exclusivamente, por conta do nosso posicionamento diante das situações, ou por ausência.

Tempo de reconhecer, aos pés do Menino Jesus, que deixamos de preparar com o carinho e responsabilidade que Ele merece, a manjedoura para a sua chegada; manjedoura esta que é o nosso coração, a nossa mente, as nossas atitudes. É difícil. Sinto vergonha por ter tido tanto tempo e possibilidade para ser uma pessoa melhor, uma mãe, filha, amiga e estudante melhor e não fui.

Mas Deus é tão misericordioso que nos dá outra chance. É hora de aproveitar e traçar metas, resgatar a capacidade de caminhar por estradas mais adequadas, mais sensatas, onde Ele não fique em segundo plano, em que Ele não seja lembrado somente no momento desesperador, em que seja Ele o primeiro a saber as nossas vitórias, nossas conquistas.

Com o nascimento do Filho da Virgem Maria é possível renascermos, recriarmos, recuperarmos nossa fé. Fé em Deus, nas pessoas, nos projetos e, fundamentalmente, no amor ao próximo. É mais uma chance para voltarmo-nos mais para a família; para intensificarmos o amor maternal, paternal e o amor fraterno.

Sob a luz que emana de Jesus Cristo dá para enxergar as soluções, as outras opções, as novas oportunidades, o olhar de quem amamos, a cor dos olhos de quem nos ama, a força positiva que existe em cada um de nós, nossas capacidades, a vida por ângulos diferentes.

Tempo de sonhar. Tempo de viver. Tempo de trabalhar. Tempo de buscar. Tempo de respeitar. Tempo de amar. Tempo de acreditar que é possível amenizar tudo que é ruim em nós e no mundo.

Vivamos o Natal! Acreditemos na sua beleza! Sintamos o amor que envolve toda a cena do nascimento do Filho de Deus! Vamos viver tudo o que há pra viver! Vamos nos permitir!

Feliz Natal!



sábado, 22 de dezembro de 2012

A PARTIR DE 01H48

Se fosse somente a puta dor no joelho, a decepção comigo mesma quando o assunto é força de vontade, ou calor, tudo bem. Mas não, não são apenas essas coisas que se apropriaram do meu sono. Há muito mais; é noutro lugar. Local das angústias, saudades, preocupações, ansiedades e desejos.


Fernando fala em “expulsar demônios”. Serão esses os meus demônios? Serão estas lágrimas que agora rolam rosto abaixo? Afinal, por que choro nesta hora? Não sei. Não é mentira. Então tá. É uma mescla.


Não foi à 01h48 que tudo começou. Há anos sinto algumas dessas coisas. Pedaços antigos da minha vida que ainda não sei lidar. Capítulos que por razões diversas não concluí. Por que sou tão fraca?


Diariamente, Jesus me dá uma folha em branco, uma camisa vazia, e eu o que faço? Desperdiço. Tudo já foi detectado, ainda que de maneira insatisfatória. No entanto, já se possui o bastante para modificar, fazer diferente, para resgatar. E por que não saio da identificação e parto para a atitude? Será por isso minhas lágrimas?


Reclamo quando o computador trava. E eu, que também travo? Será que alguém reclama de mim? Não é o que me importa, o que verdadeiramente me abala. O relevante é destravar, escolher logo o caminho, haja vista as oportunidades que já foram perdidas.


Hoje perguntei o que um amigo quer para a vida dele. Que ousadia! Será que realmente sei o que quero para a minha vida? Se já sei, a situação é ainda mais grave, levando-se em consideração o fato de não buscar.


Inúmeras vezes meu pai conversou comigo sobre caminhos, escolhas, consequências, metas, tempo, oportunidades. Seus argumentos sempre foram carregados de muita propriedade; seu discurso sempre convincente; a semântica completa. Assumo ter compreendido. Sim, racionalmente tudo ficou claro. Então por que sofro tanto por ter sempre de escolher? Por algumas vezes ter ciência da consequência? Por saber que não é possível proferir outras palavras, de outro modo, fazer outras coisas, de outro jeito em situações pretéritas?  Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia.


02h11. Não. O calor nada tem a ver com o fato de ainda estar acordada. São todos esses incômodos... O que será que meus amigos estão fazendo agora? O que estaria fazendo se tivesse namorado ou se já casada fosse? E se já estivesse formada no curso de Letras?


Música. Ventilador ligado. Dor. Suor. Lembranças. Lágrimas. Tudo aqui entre as paredes que dão forma ao meu quarto. Paro e tento pensar, mas pensar em quê?


Não é o clima de fim de ano ou do mundo. Isso está aqui o ano inteiro, quase a vida toda. Será preciso me libertar? De quê? De quem? Como? Sozinha?


Gosto tanto de Deus... Creio tanto na sua existência... Confio tanto no seu poder... Então por que razão, na minha vida, o inadequado vence mais? Por que a estagnação é mais forte?


Mais de vinte pontos de interrogação sem respostas. Para quê tantas perguntas? É realmente necessário sempre saber as respostas?


02h23. Tocando “Vento no litoral” na JB FM e eu desabando – de novo. (...) Que a vida continua e se entregar é uma bobagem (...).

R. Russo achou cavalos marinhos, o que eu quero encontrar?





quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

ALGUÉM SABE?

Por que sentimos - pelo menos eu sinto - tanta dor de cabeça quando choramos em demasia no decorrer do dia?

Essa dor de cabeça é semelhante a dor do coração. Esta não vai embora com neosaldina e aquela, algumas vezes, também não.

Senhor, alivia nossas dores e fortaleça-nos para seguir em frente... Um dia de cada vez!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

CERTAS COISAS

Composição: Lulu Santos / Nelson Motta




Impressionante como essa música me acompanha há tanto tempo... Encaixa-se em vários capítulos da minha história...

Eu te amo nem sempre tão calada assim....

domingo, 2 de dezembro de 2012

CÉU DE SANTO AMARO

Olho para o céu
Tantas estrelas dizendo da imensidão
Do universo em nós
A força desse amor
Nos invadiu...
Com ela veio a paz, toda beleza de sentir
Que para sempre uma estrela vai dizer
Simplesmente amo você...

Meu amor..
Vou lhe dizer
Quero você
Com a alegria de um pássaro
Em busca de outro verão
Na noite do sertão
Meu coração só quer bater por ti
Eu me coloco em tuas mãos
Para sentir todo o carinho que sonhei
Nós somos rainha e rei

Na noite do sertão
Meu coração só quer bater por ti
Eu me coloco em tuas mãos
Para sentir todo o carinho que sonhei
Nós somos rainha e rei

Olho para o céu
Tantas estrelas dizendo da imensidão
Do universo em nós
A força desse amor nos invadiu...
Então...
Veio a certeza de amar você...



Composição: Johann Sebastian Bach
Versão: Flávio Venturini
Adendo: linda na voz de Caetano Veloso



SURPRESA

Tantos pensamentos para transcrever... Coisas para organizar em palavras. Entretanto, não dá para deixar o inesperado passar em branco, como se fosse uma camisa vazia. Como ouvir, ver, sentir e não nascer um conjunto de frases? Não, não seria eu se nada escrevesse. Tem de haver tradução para essas lágrimas que mais uma vez inundam minh’alma.

Domingo reservado para arrumar o quarto e estudar para as provas de espanhol e morfossintaxe do português, embora no momento da surpresa estivesse corrigindo as redações das turmas de pré-vestibular – que também estão positivamente surpreendentes.

Você gritou, meu ar faltou. Você subiu e eu me escondi. Por quê? Tão natural seria cumprimentarmo-nos. Natural? Não há espaço para naturalidade quando tanta coisa ficou perdida ao longo desses dois anos; quando inúmeros sentimentos vagaram dia e noite; quando tantas vezes olhei nossas fotos, perguntando o que teria acontecido.

Na sala você ficou. Perguntou por mim, por meu filho e um tom decepcionado senti. Não aparecemos. Meu filho tomou conta de mim, parecia ele sentir minha aflição, meu ar roubado pelo volume da sua voz ao lado do meu quarto, este que já foi nosso algumas vezes.

Quantos minutos passaram, não faço ideia. Ao abrir a janela, vi que lá embaixo ela estava. Dentro do carro estava quem você escolheu; aquela que sabe de você. Que difícil!

Olho para o teclado do computador e sua risada não sai do meu apartamento. Dou um sorriso de canto de boca lembrando de você perguntando por mim, pois sabia em casa eu estava.

Que vontade de correr e perguntar tudo que venho buscando entender no decorrer dessa história! Que vontade de pedir um abraço – sei que você não se recusaria! Que vontade de olhá-lo de perto, sentir seu cheiro! Quantas vontades... E não são daquelas que dão e passam.

Quem me dera ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente.
Você se foi e eu saí do quarto. Agi como se nada tivesse acontecido, como se sua “visita” não tivesse sido como um furacão que tudo abala. Elas saíram, e quando somente eu e Brigadeiro ficamos, desabei. As mãos trêmulas dificultavam-me beber um copo d’água. Só pensava em você, só queria você aqui comigo. Não idealizo mais nada, não acredito em nada, não quero que ninguém acredite em mim.

É sempre você. E mesmo com tanto amor, sinto-me profundamente cansada de sentir tudo isso sozinha. Tenho de descobrir um jeito de conviver com isso de maneira mais amena. Não quero mais intensidade. Não há nada para provar para ninguém.

E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
Então tá. Vamos em frente. Minha única opção é seguir longe de você, fora da sua vida; algumas vezes sorrindo por fora e chorando por dentro, como tanta gente que se julga fraca consegue fazer.
Fique bem, meu amor! Permanecerei orando por você, orando por mim.
Cuide bem do seu amor
Seja quem for...