segunda-feira, 14 de maio de 2012

MATERNIDADE DE PONTA A PONTA

Ser mãe é chegar ao extremo de tudo ou quase tudo. Saber-se extremamente forte e tempos depois, bastante enfraquecida. Sentir-se protetora como as leoas e depois, encolher-se como as tartarugas. Enxergar-se valente para enfrentar qualquer coisa e num determinado momento, sentir-se a mais frágil das criaturas. É não sentir medo de nada e morrer de medo de tudo. É dizer que os filhos são para o mundo e internamente pedir a Deus para o tempo passar lentamente, pois na infância eles ainda dependem muito de nós. É olhar para Maria e pedir a sua sabedoria para criá-los. É errar buscando acertar. É sentir um amor pleno que antes da maternidade não era sabido. É preocupar-se consigo em segundo lugar. Ser mãe é querer roupas e sandálias e voltar para casa com livros e roupas infantis e desenhos para assistir.  É abrir os olhos durante um sono gostoso só para ver se o moleque está coberto. É estar cansadíssima e ter forças para brincar dentro ou fora de casa. É ser amorosa sem perder o controle. É dar disciplina sem se esquecer da discontração. É acompanhar, estar junto, fazer-se presente a todo e qualquer momento. Ser mãe é muito mais que gestar, parir e alimentar. Ser mãe é embalar, acolher, orientar e amar desmedidamente. Ser mãe é olhar nos olhos dos nossos filhos e ter certeza de que a felicidade existe. Amo ser mãe! Sou feliz por ser mãe do João Pedro!  

2 comentários:

  1. Se minha mãe soubesse escrever, acho que escreveria como você.

    Certamente o João Pedro será um homem mais íntegro e amoroso e justo por sua causa.

    Parabéns, mamãe!

    ResponderExcluir
  2. Own! Será, Fernando?! Seria uma honra para mim!

    Queira Deus que eu consiga fazer do meu filho "um homem mais íntegro e amoro e justo".

    Obrigada, querido amigo!

    ResponderExcluir