23h47
do dia 18 de outubro de 2018.
Tentando
assistir a um filme chamado Selvagens,
o qual parece ser muito bom. Não consigo, no entanto, concentrar-me na tevê
porque, além do meu coração e corpo, minha mente está voltada para você, para
nós, para tudo que estou morta de medo de perder quando a pauta é Carolina da
Hora e Diego Moreira.
Tentei
olhar nos seus olhos ontem e não consegui. Queria estar deitada sobre teu peito
agora, mas não faço ideia de onde você está. Quero vê-lo amanhã, todavia não
sei se será possível. Quero você para meu esposo e pai dos meus filhos, porém
não sei o que o futuro nos reserva. Não
sei quais planos Deus tem para nós.
Mais
uma vez faz total sentido o nome deste espaço virtual. Mais uma vez estou aos
prantos por amar demais. Mais uma vez a dor interna fica sem espaço e torna-se
dor física. Mais uma vez encontro-me sozinha com meus sonhos e medos. Mais uma
vez passamos o dia todo sem trocar uma palavra, sem fazer parte do dia um do
outro. Mais uma vez me privo de enviar-lhe uma mensagem de amor.
Pergunto-me
diariamente quando começamos a nos perder com a esperança de que, ao encontrar a
resposta, possamos nos reencontrar e voltar a falar a mesma língua, desejar a
mesma vida, viver o mesmo amor.
Queria
muito concluir esse texto, mas não dá. O choro está intenso. O medo está
gigante. O amor, todavia, é imensurável. E será por confiar nesse amor que lutarei
por nós, por tudo que construímos até aqui, por todas as pessoas sinceras que
torcem pela nossa história, por nosso futuro juntos: eu, você e, por enquanto,
João Pedro.
Paro
por aqui e talvez eu deixe mesmo esse texto assim: inacabado...
Diego
Moreira, eu amo você!
Revisão textual realizada em 10.04.20 às 21h10
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