sexta-feira, 10 de abril de 2020


23h47 do dia 18 de outubro de 2018.

Tentando assistir a um filme chamado Selvagens, o qual parece ser muito bom. Não consigo, no entanto, concentrar-me na tevê porque, além do meu coração e corpo, minha mente está voltada para você, para nós, para tudo que estou morta de medo de perder quando a pauta é Carolina da Hora e Diego Moreira.

Tentei olhar nos seus olhos ontem e não consegui. Queria estar deitada sobre teu peito agora, mas não faço ideia de onde você está. Quero vê-lo amanhã, todavia não sei se será possível. Quero você para meu esposo e pai dos meus filhos, porém não sei o que o futuro  nos reserva. Não sei quais planos Deus tem para nós.

Mais uma vez faz total sentido o nome deste espaço virtual. Mais uma vez estou aos prantos por amar demais. Mais uma vez a dor interna fica sem espaço e torna-se dor física. Mais uma vez encontro-me sozinha com meus sonhos e medos. Mais uma vez passamos o dia todo sem trocar uma palavra, sem fazer parte do dia um do outro. Mais uma vez me privo de enviar-lhe uma mensagem de amor.

Pergunto-me diariamente quando começamos a nos perder com a esperança de que, ao encontrar a resposta, possamos nos reencontrar e voltar a falar a mesma língua, desejar a mesma vida, viver o mesmo amor.

Queria muito concluir esse texto, mas não dá. O choro está intenso. O medo está gigante. O amor, todavia, é imensurável. E será por confiar nesse amor que lutarei por nós, por tudo que construímos até aqui, por todas as pessoas sinceras que torcem pela nossa história, por nosso futuro juntos: eu, você e, por enquanto, João Pedro.

Paro por aqui e talvez eu deixe mesmo esse texto assim: inacabado...

Diego Moreira, eu amo você!




Revisão textual realizada em 10.04.20 às 21h10

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