O sofrimento, excentuando-se o que traz de dor, tem um certo
glamour, é cinematográfico.
Cena 1:
você atravessa a madrugada escutando músicas antigas, fumando dois maços e
revendo fotos. Cena 2:
você se trancafia no banheiro, senta sobre a tampa do vaso sanitário e
dissolve-se de tanto chorar. Cena 3:
você se revira na cama sem conseguir pregar o olho, pensando, lembrando,
doendo. Cena 4:
você caminha por uma rua da cidade, sem rumo, parando para uma cerveja num
boteco estranho, onde ninguém lhe conhece - que bom ser invisível.
Se é pra sofrer, que seja sozinho, onde seu rosto possa estampar desalento,
inchaços, nariz vermelho, olhar perdido, boca crispada. Se é pra sofrer, que o
corpo possa verter, vergar, amolecer. Se é pra sofrer, que possa ser
descabelado, que possa ser de pés descalços, que possa ser em silêncio.
Que os demônios levem pro inferno aquele que bate à nossa
porta bem no meio da nossa fossa, aquele que telefona bem no auge das nossas
lágrimas, aquele que nos puxa para uma festa obrigatória. Malditos todos
aqueles com quem não podemos compartilhar nossa dor, e nos obrigam a fingir que
nada está se passando dentro da gente.
Disfarçar um sofrimento é trabalho de Hércules. Um prêmio para todos aqueles
que conseguem fazer com que os outros não percebam sua falta de ânimo nos
momentos em que ânimo é tudo o que esperam de nós: nas ceias de Natal, jantares
em família, reuniões de trabalho. Você não quer estar ali, quer estar em Marte,
quer estar em qualquer lugar onde não seja obrigado a sorrir.
Há sempre o momento de pedir ajuda, de se abrir, de tentar sair do buraco. Mas,
antes, é imprescindível passar por uma certa reclusão. Fechar-se em si,
reconhecer a dor e aprender com ela. Enfrentá-la sem atuações. Deixar ela
escapar pelo nariz, pelos olhos, deixar ela vazar pelo corpo todo, sem pudores.
Assim como protegemos nossa felicidade, temos também que proteger nossa
infelicidade. Não há nada mais desgastante do que uma alegria forçada. Se você está
infeliz, recolha-se, não suba ao palco. Disfarçar a dor é dor ainda maior.
Crônica do livro Montanha Russa de Martha Medeiros.
Há tempos ouço que a noite foi feita para dormir, embora haja quem aproveite para sair, estudar, assistir à tevê, ver fotos, ouvir música, fazer amor...
Ao longo das últimas quatro noites só faço chorar, lembrando dos nossos momentos, nossas longas conversas, pensando em você, escrevendo, orando...
Ah, meu amor! Como gostaria de tê-lo em meus braços agora... Não lhe beijaria a boca e nem pediria para entrelaçarmos nossos corpos como daquelas vezes, apenas o acolheria em meu colo a fim de que se sentisse protegido, confiante, forte. Tocaria seu rosto aflito com minhas mãos suaves e falaria, olhando nos seus olhos, o quanto você é importante para mim e para as pessoas que lhe querem bem. Sim, há pessoas que lhe querem bem, de verdade.
Lembro-me das suas reclamações por não ter amigos. Dizia "babar" nas minhas amizades. E eu lhe dizia que você não sabe ser amigo ou não sabe cultivar uma amizade - são coisas díspares. Mas eu também dizia que antes de tudo eu era sua amiga. Isso não mudou, meu amor. Entretanto, sua covardia, sua submissão e a maldade de algumas pessoas nos afastaram, impedem-nos de cuidarmos da nossa amizade.
Como terá sido seu dia? Alimentou-se? Descansou? Lutou por sua vida, ou permanece fraco, sentindo-se incapaz de continuar entre nós?
"Aonde está você agora?
Além de aqui, dentro de mim..."
"Não se pode ser infeliz, não se pode morrer em vida, não se pode
desistir de amar, de criar. Não se pode: é pecado, é proibido. Não é
possível adiar a vida."
Tenho tanto medo... Tenho pedido tanto a Deus para cuidar de você, para proteger-lhe, fortalecer-lhe e encorajá-lo... Tenho pedido a Deus para você se lembrar de mim, lembrar-se do meu olhar que você dizia ser o mais belo e forte em mim; pedido para você se recordar de quando eu dizia que você não deveria, jamais, perder as rédias da sua vida. Tudo isso continua valendo, meu amor.
"Existe algo que diz:
-Que a vida continua
E se entregar é uma bobagem..."
As noites não têm sido minhas, você se apossou delas. Faço tudo que tenho de fazer ao longo do dia, às vezes me lembro de você, lembro que não tenho notícias suas. E quando vem a noite, as expressões do meu rosto se modificam, meu coração começa a se sentir esmagado por tanta saudade e desejo de estar ao seu lado, perco a concentração em coisas simples...
Já não é mais possível continuar escrevendo. Não agora. Não que você não mereça, é que não consigo mais. Dói tanto, sofro tanto. E se você me procurar, preciso estar forte. Se alguém me pedir para ajudá-lo, preciso estar pronta.
As noites continuarão e "vai ser difícil sem você porque você está comigo o tempo todo"...
"Comemora-se o Dia dos Avôs e Avós em 26 de julho. E esse dia foi escolhido para a comemoração porque é o dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo. A data da festa de São Joaquim sofreu várias alterações ao longo dos tempos. Inicialmente era celebrada no dia 20 de março, associada à de São José, tendo sido depois transferida para o dia 16 de agosto, para associar-lhe ao triunfo da filha na celebração da Assunção, no dia precedente. Em 1879, o papa Leão XIII, cujo nome de batismo era Gioacchino (versão italiana de Joaquim), estendeu sua festa a toda Igreja. Finalmente, o Papa Paulo VI associou num único dia, 26 de julho, a celebração dos pais de Maria Santíssima."
Meus amores... Uns mais distantes, mas não menos importantes da minha história, na minha corrente sanguínea.
Agora meus pais são avós do meu Brigadeiro e minhas avós Maria Luiza e Neide, suas bisavós. Que honra! Parece óbvio, mas estou falando de amor, de experiências, de ensinamentos, de olhar a vida por outro viés...
Sou tão feliz com eles... Meu filho é tão amado por eles...
O dia de hoje é apenas para registrar, homenagear e lembrar com muito carinho daqueles que educaram nossos pais e contribuem positivamente para a educação dos nossos filhos. Graças a Deus posso dar esse testemunho!
"Nasce Ivone Lara da Costa Rio de Janeiro RJ 13/04/1921 Filha de D. Emerentina cantora de rancho, do Rancho Flor do Abacate e de João da Silva Lara, mecânico de bicicletas, violonista e componente do Bloco dos Africanos. Aos seis anos de idade, ficou órfã de pai e mãe."
Faz tempo que comecei a ouvir seus belos sambas. Ainda era bem menina. E logo na adolescência comecei a sambá-los, os bons sambas de raiz. Admiro demais seu jeito de falar de amor, seu olhar quando canta... A emoção exala...
Considerada a "Diva do Samba": não poderia ser diferente. E também chamada de "Primeira Dama do Samba", merecidamente.
Parabéns pelos 91 anos de vida e que Deus lhe conceda a graça de continuar cantando e encantando...
Mas quem disse que eu te esqueço - Dona Ivone Lara / Hermínio Bello de Carvalho
Tristeza rolou nos meus olhos do jeito que eu não queria E manchou meu coração, que tamanha covardia Afivelaram meu peito pra eu deixar de te amar Acinzentaram minh'alma, mas não cegaram o olhar Saudade amor, que saudade Que me vira pelo avesso, e revira meu avesso Puseram uma faca no meu peito Mas quem disse que eu te esqueço Mas quem disse que eu mereço Láiá... Lá laiá... Lalaiá... Lá laiá ... Lá laiá... Lá laiá Lá... Lá laiá... Lá laiá... Lá laiá
Ela estava em casa com seu filho, sua mãe, sua avó e seus
pensamentos. Pensava na greve das universidades, na falta de dinheiro para
coisas simples, nos seus amigos.
Seu primo ligou, dizendo que iam fazer-lhes uma visita. Chegaram.
Tios e primos para jantar, conversar e assistir à tevê. Os primos desceram para
encontrar os colegas e o filho dela fazia graça na sala para chamar atenção dos
adultos.
Ela estava aflita, tensa, de tanta vontade de perguntar por
ele, embora soubesse que não devia, que o certo era permanecer calada,
controlando sua angústia sem permitir que percebessem sua inquietação.
De repente, a mãe pergunta por ele. Sim, por ele – o amor da
vida da sua filha. E a notícia foi a pior. Ela teve de conter as lágrimas, a
sufocação, a dor no peito. Ele está mal, à base de medicamentos de tarja preta,
fazendo “tratamento” com uma psicóloga, ou psiquiatra. A esposa estava piorando
a situação, fortalecendo a doença, a depressão, a fraqueza de seu cônjuge. Egoísta,
dissimulada, vingativa. Ele tentara suicidar-se pela terceira vez em seis meses
e ela nem sabia que houvera uma primeira tentativa. Abandonou a profissão,
pretende aposentar-se aos vinte e nove anos de idade. Fazia próteses dentárias
tão perfeitas...
E ela ali, tendo de disfarçar, tendo de esconder, tendo de
calar o grito que ansiava dizer que alguém tinha de fazer alguma coisa por ele,
abrir-lhe os olhos, acolher. Ela se lembrava das palavras de Martha Medeiros: “disfarçar
a dor é dor ainda maior.” E ela pensava ser esse alguém. Mas como, se eles não
se veem, não se falam, não tantas coisas? O que ela poderia ou pode fazer,
diante de tamanho caos na mente e na vida do seu amor? De que maneira
aproximar-se se ele está cercado por uma mulher que não quer outra coisa se não
acabar com a vida do seu esposo? Se a família é repleta de problemas e desestruturada?
Alguém disse um dia que “quem ama cuida”. Ela quer cuidar.
Ela deseja pegá-lo no colo como das outras vezes em que ele caiu e dizer-lhe
que ele deve e pode contar com ela. Ela só quer salvá-lo. Só quer a felicidade
dele mesmo que não seja ao lado dela. Só deseja fazê-lo acreditar que ainda
vale a pena ficar por aqui e cuidar de si e da linda filha que ele tem com
outra mulher. Quer apenas poder dizer: “mesmo longe, estou com você. Mesmo
quando me pisa o meu amor permanece contigo. Quando cair, quando precisar de um
colo, de um ombro, ligue-me e virei correndo ao seu encontro. Mas por favor, não
desista de você, não desista de viver”.
Os tios e primos se foram. A mãe e a avó foram dormir. Ela
arrumando a cama, fazendo as mamadeiras do rebento, e as lágrimas rolando por
seu rosto sofrido. Só pensava nele. Pedia a Deus uma luz, uma solução, um
caminho que a levasse até ele naquele instante, em pensamento, em oração, com
amor.
Já passavam das 23h, o filho assistia ao filme da “Lilo
& Stitch” e ela secava as lágrimas para que ninguém a surpreendesse
chorando, perguntasse o motivo e ela tivesse de mentir. O filho foi até ela –
que estava no sofá – e a abraçou. Ela não resistiu e chorou no ombro daquela
criança de dois anos de idade como se ele pudesse consolá-la. Como chorou,
soluçou, clamou a Deus.
As horas passaram, o filho adormeceu e ela foi escrever...
O dia seguinte chegou. Ela ia a um evento acadêmico pela
manhã, mas não conseguiu devido a forte dor de cabeça por causa do choro no
decorrer da madrugada. Passara o dia pensando nele, nas terríveis coisas que
ouvira sobre ele...
No fim da tarde foi a um outro evento acadêmico, conseguiu
distrair-se por duas horas, conheceu uma pessoa bacana e em seguida voltou a
sofrer. Foi novamente visitada pela angústia e pela preocupação com seu amado.
Mais uma noite chegou e ela novamente foi escrever, e
pensar, e chorar e orar...
Marcele, Caren, Daniela, Raquel, Gizelia Helena, Melina
Fernanda, Priscila, Bruno, Jaqueline, Sérgio, Udy, Karla Cristine, Renata,
Fernando e Ana.
Aí estão os nomes escolhidos por Deus e aceitos por mim. Surpresa?
Faltam nomes? Não, a lista está completa. Realmente tem mais gente que chamo de
amigo mais por momentos isolados. Esses não, chamo-os assim por se tratarem de
um livro, com capítulo após capítulo, com uma linha completando o sentido da
outra. Exagero? Minha mãe diz que sim; que sou “dada” demais, que sofro e fico
feliz se assim eles se sentirem, lado a lado. Ela não sabe o que diz...
Marcele chegou há catorze anos através da escola. Hoje é
madrinha do meu filho e a mãe dela é minha madrinha de Crisma. Morávamos perto,
agora ela se mudou para o Recreio. Há muito o que dizer, ela merece um longo
texto, mas deixarei para outra ocasião. Já tivemos muitos maus momentos. A
amizade ficou por um fio, mas aqui estamos! Quantas lágrimas, brigas, dores e
risadas... Amamo-nos!
Caren chegou à mesma época. Moramos no mesmo condomínio mas
somente na escola nos conhecemos e até hoje somos friends. Ela deixou de ser
minha menina, cresceu, já está até no doutorado, mas me dá as mesmas preocupações
de uma menina. Amamo-nos!
Daniela chegou há onze anos e não sabemos até hoje o que é
brigar rs. Já levamos porradas que se não estivéssemos juntas não conseguiríamos
levantar. Ela é um dos meus maiores exemplos do que é não desistir de um amigo,
não permitir que a amizade acabe, acreditar na solidez da relação. Já secou
muitas lágrimas dessa preta aqui. Também somos friends. Amamo-nos!
Raquel chegou há nove anos através da Caren. Moramos no mesmo
condomínio mas não nos conhecíamos. Ela me dá trabalho. Desentendimentos nos
visitaram algumas vezes mas foram todos vencidos pela força do sentimento. Mais uma friend. Amamo-nos!
Gizelia Helena, Melina Fernanda e Priscila chegaram
sequencialmente há seis anos. Gi fez minha inscrição no Crisma, era
coordenadora. Mel conheci através da Gi na Paróquia. Pri conheci através da Gi
e da Mel, também da Igreja mas demorou mais um pouquinho porque eu não a
suportava e ela implicava com minhas roupas coloridas e meu sobrenome. Tornamo-nos
irmãs. Eu e Gi já fomos visitadas pelos desentendimentos, essa mulher é difícil.
Já choramos muito. Já gargalhamos em demasia. Já ficamos bêbadas. E a amizade se
fortalece ainda mais. Amamo-nos!
Bruno chegou há sete anos. Apareceu na minha festa de
dezoito anos sem ser convidado, ficou com uma colega minha e nunca mais nos
largamos. Moramos próximo, às vezes sumimos um do outro, mas isso não abala
nossa relação. Ele é quem mais me dá trabalho mas Deus é mais! Rs. Amamo-nos!
Jaqueline e Sérgio chegaram em 2004 por causa de uma
micareta, conhecemos através de outras pessoas. Havia crismado-me recentemente
e eles eram coordenadores da pastoral dos coroinhas na mesma Igreja. Eles
aprontaram comigo no “Rio Axé”, principalmente a Jaque. Depois me convidaram
para fazer parte da pastoral e desde então nunca mais nos distanciamos. Moramos
próximo, eles moram na mesma rua que o Bruno. Sou madrinha de casamento deles,
que honra! Já aturaram cada história minha rs. Já me livraram de cada roubada
rs. Amamo-nos!
Udy chegou em 2005. É o meu coração, assim o chamo desde
sempre. Relação intensa, sem hora marcada. Já nos afastamos várias vezes, já entristecemos
um ao outro mas ainda assim a amizade não acaba. Foi o primeiro a enviar-me
mensagem no celular hoje. Amamo-nos!
Karla Cristine também chegou em 2005 através de uma outra
pessoa e tornou-se muito especial na minha vida. Moramos perto também mas a
vida de gente grande nos atrapalha um pouco. Nosso mais forte ponto em comum é
a maternidade. Já nos distanciamos mas superamos. Amamo-nos!
Renata chegou há cinco anos. Parecia tão distante... Era
minha coordenadora no teleatendimento do DETRAN. A relação foi acontecendo
lentamente, ganhando força e a amizade aconteceu. Partilhamos momentos muito
difíceis das nossas vidas mas sempre que nos encontramos a risada é garantida. Amamo-nos!
Fernando chegou ano passado. Seria melhor dizer que eu
cheguei porque ele já dava aula na Rural. Primeiro me encantei com o professor,
obviamente, e aos poucos fui querendo saber um pouco mais, conhecer um pouco
mais. Tudo que ele falava era tão importante, fazia-me pensar tanto, não eram
coisas concernentes somente à Língua Portuguesa Padrão, ele falava de vida, de
gente, de emoção. O blogue foi fundamental na aproximação. Vocês sabem, o “Adjunto
Verbal”. Trocamos emeios e abraços e a relação foi acontecendo, foi
estreitando-se, até chegarmos ao “Chocolate Quente” que rompeu o limite da sala
de aula. Ainda não posso falar em amor, aquele implícito na amizade, mas já
temos respeito, carinho e aquelas coisas que pedimos ao amigo que não conte a
ninguém, estamos caminhando bem. Ele se diz “amargo, chato e triste”. Amargo e
chato ainda não concordo. Triste é inevitável devido à história de vida e
outros acontecimentos. Gosto demais desse cara e sinto que em breve poderei
dizer que o amo e não será somente aquele amor ao próximo que Jesus nos pede,
será o amor de amigo.
Ana chegou fortemente nesse ano. Já éramos “amigas” de
facebook desde o ano passado. Ela é esposa do Fernando e também estuda na
Rural. É uma fofa, um doce de pessoa. Como diz Fernando “a Ana tem vocação para
alegria”. Ela é exemplo de amigo que cuida, que se preocupa, que comparece. Tudo
que amo. Tudo que qualquer pessoa com o mínimo de sensibilidade, gosta e
precisa. Ela puxa minhas orelhas, ensina-me inúmeras coisas, tem um carinho
sincero por mim e por meu Brigadeiro que ainda nem conhece pessoalmente. Essa
chegou para ficar e eu super curto a presença dela. Nosso ritmo é parecido rs.
Ontem Fernando disse que falamos muito e ela disse que somos participativas.
Adorei rsrs. Já gosto demais dela. Em breve também falarei no amor da amizade.
A minha vida é muito mais colorida e saborosa com vocês. Saber
que todos esses ombros não me rejeitam, saber que todos esses colos não hesitam
em acolher-me é bom demais. A recíproca é total. Estou aqui para rir e chorar
quando vocês quiserem minha companhia.
Já pude contar com outras pessoas também muito bonitas, que
participaram de momentos importantes da minha vida, pessoas que confiaram em
mim para inúmeras coisas, mas amigo, amigo de não ter vergonha de ligar, mandar
mensagem ou emeio, de abraçar, de declarar saudade, são vocês! Com vocês eu sou
completa, não sinto medo, não me preocupo com as palavras, sinto e falo o que
realmente é. Isso é tão bom, tão raro!
Desejo que os outros me compreendam mas se não for assim,
respeitarei. Gosto de muita gente, sou cercada de muita gente bacana, mas
amizade verdadeira não são todos. Não é como canta Roberto Carlos: “Eu quero é
ter um milhão de amigos...” Talvez Deus me conceda mais amigos na universidade,
em futuros empregos, e até alguns amigos de vocês se tornem meus também, mas já
sou bastante feliz com vocês na minha vida, fazendo com que a vida fique mais
leve, mais válida, mais intensa!
Queridos, obrigada por tudo! Que Deus nos abençoe abundantemente
(como diz Fernando) e fortaleça a cada dia a nossa relação!
Saibam que podem contar comigo e não é da boca para fora. Não
vivo na superfície, gosto de profundidade.
"Amizade é sentimento puro e basicamente casto em sua profunda intimidade. Estranha forma de amor, verdadeiro e irrestrito. Acolhe defeitos, relacionamentos paralelos e faz pouco do desgaste cotidiano. Se ampara na mais crua sinceridade e se fortalece nas adversidades. Perto ou longe, é insuperável e irrevogável em sua longa memória de lágrimas e risadas. Feliz dia do amigo!"
Texto enviado por mensagem no celular por Jaqueline.
um
pouco mais de calma Até
quando o corpo pede um
pouco mais de alma
A vida não para.”
O que fazer...
Quando a libido supera a razão?
Quando o corpo grita?
Quando a vontade tenta descontrolar-nos?
Quando é frio lá fora e queimamo-nos por dentro?
Não conhecia isso e agora não consigo esquecer.
A culpa é sua. O que fazer?
“Você acelerou minha calma.”
Aquele vinho se somava ao sabor
do nosso prazer.
Aquela caipirinha aumentava o calor
dos nossos corpos.
E tudo ardira.
E tudo excitara!
O que fazer agora,
que você não está mais aqui?
Como mandar embora tudo isso aqui,
já que você não virá mais?
Tem de haver uma saída.
Tem de haver uma maneira.
Onde está?
Quem sabe?
Ai que saudade!
Ai que vontade!
Mas não devemos.
Por que não?
Quem proibiu?
“Tô com saudades de você, debaixo
do meu cobertor De
te arrancar suspiros, fazer amor Tô
com saudades de você, na varanda em noite quente E
o arrepio frio que dá na gente Truque
do desejo Guardo
na boca, o gosto do beijo.”
“Tô com saudades de você, do
nosso banho de chuva Do
calor na minha pele, da língua tua Tô
com saudades de você, censurando o meu vestido As
juras de amor ao pé do ouvido Truque
do desejo Guardo na boca, o gosto do beijo.”
Sinto-me presa ao que se foi,
ao que se viveu,
ao que se sentiu,
ao gosto,
ao cheiro,
à respiração.
“Ando tão à flor da pele, Que
meu desejo se confunde com a vontade de não ser, Ando
tão à flor da pele, Que
a minha pele tem o fogo do juízo final.”
Não sei
o que fazer.
Não
devo fazer o que quero fazer.
É ruim
não fazer o que desejo fazer.
“Um barco sem porto, Sem
rumo, Sem
vela, Cavalo
sem sela, Um
bicho solto, Um
cão sem dono, Um
menino, Um
bandido, Às
vezes me preservo noutras suicido.”
Grand Hotel - Composição: Paula Toller / George Israel
Se a gente não tivesse feito tanta coisa,
Se não tivesse dito tanta coisa,
Se não tivesse inventado tanto
Podia ter vivido um amor Grand' Hotel.
Se a gente não fizesse tudo tão depressa,
Se não dissesse tudo tão depressa,
Se não tivesse exagerado a dose,
Podia ter vivido um grande amor.
Um dia um caminhão atropelou a paixão
Sem teus carinhos e tua atenção
O nosso amor se transformou em "Bom Dia"...
Qual o segredo da felicidade?
Será preciso ficar só pra se viver?
Qual o sentido da realidade?
Será preciso ficar só pra se viver?
Se a gente não dissesse tudo tão depressa,
Se não fizesse tudo tão depressa,
Se não tivesse exagerado a dose,
Podia ter vivido um grande amor.
Um dia um caminhão atropelou a paixão
Sem teus carinhos e tua atenção
O nosso amor se transformou em "Bom Dia"...
Qual o segredo da felicidade?
Será preciso ficar só pra se viver?
Qual o sentido da realidade?
Será preciso ficar só pra se viver?
Só pra se viver. Ficar só
Só pra se viver...
Ficar só
Só pra se viver.
Passaram-se 48 horas. Dia, noite... E no decorrer desse
tempo cronológico, Deus achou oportuno se manifestar mais uma vez na minha
vida. Fiquei quieta, silenciei, isolei-me e permaneci atenta a qualquer possível
sinal divino. Essas horas foram suficientes para aproximar-me mais de Jesus e
com a ajuda dEle, encontrar os resultados das equações que permeavam minha mente
e sufocavam meu coração.
2.880 minutos me possibilitaram coisas práticas como levar
meu filho ao pediatra, ir ao oftalmologista, participar de uma conferência na
ABL (Academia Brasileira de Letras), acabar com a tpm, comer batata frita com
queijo com minha amiga-irmã Gigi na Praça XV, dançar muito, rir bastante e
beber a melhor caipivodka da minha vida com minha friend Caren e minha prima
Kinda também na Praça XV, ler várias coisas, brincar com meu filho em demasia,
receber uma boa notícia, ganhar presentes, conhecer gente nova, sentir-me
melhor, escrever e dormir à tarde.
172.800 segundos foram crucias para descobrir-me ainda mais
e deixar de lado aquelas coisas que me provocam dor, que me tiram o sono, que
diminuem meu sorriso, que me tiram a vontade de fazer coisas simples...
Ora o tempo caminhava ora corria e o mais importante era
respeitar o tempo de Deus. Fácil? Não. Entretanto, necessário. Tudo foi
clareando, ficando etéreo. Parece que Deus estava realizando um arcabouço para
que eu descobrisse outros lugares dentro de mim, novos campos e estradas. Que
bonito! Volta e meia a tristeza e as dolorosas lembranças se faziam presentes,
mas até elas cooperaram nesta intensa e imensa reflexão.
Pensei tantas coisas, sonhei tantas outras, decidi algumas
outras e enxerguei minha parcela de erro em algumas situações. Deixei de agir
por pensar que o outro era quem devesse tomar uma atitude, mas não, era a minha
vez. Logo eu que tanto reclamo da falta de atitude das pessoas. Era eu quem
tinha de procurar, buscar e fazer acontecer. É, nem sempre é o outro, também nós,
devemos descruzar os braços, levantar-nos e colocar em prática o que sabemos
bem na teoria. É bastante cômodo ficar chateado e tratar rapidamente de responsabilizar
alguém por nossas angústias, não é? Assumir qualquer coisa não é tarefa tão fácil
ou tão simples. Reconhecer pode ser sinal de maturidade, penso.
Às vezes é necessário se desligar da tevê, do rádio (o mais
difícil), do computador e ligar-se no nosso interior, na nossa vida. Principalmente
quando nos sentimos sufocados, coagidos, rejeitados; quando só damos créditos
ao que está ruim, fora do lugar, fazendo-nos mal; quando a angústia e a escuridão
tomam conta de tudo em nós. São
nesses momentos que devemos voltar para nós, para Deus e para a leitura. Não é
receita de felicidade, não creio nessa balela, trata-se de um dos vários
caminhos, uma das várias maneiras de melhorar, de aliviar a dor que se instala
no peito sem pedir, sem perguntar se é bem vinda.
Vi amor, alegria, esperança, amizade, união, solidariedade,
força, oração, graças. Mas também vi malquerença, egoísmo, raiva, ciúme, inveja,
falta de fé, ruindade. O tempo todo é assim: o bem e o mal, a vida e a morte, a
leveza e o pesado.
2 dias me deram outros olhares, novos ângulos, mais chances
de tentar ser uma mãe mais sábia, uma filha mais paciente, uma amiga mais
presente, uma estudante mais empenhada, uma pessoa mais saudável, um ser humano
melhor.
Horas, minutos e segundos que me renovaram e
amadureceram-me. Mostraram-me que posso ser melhor, que sou sim capaz de fazer
e conseguir aquelas coisas que algumas pessoas conseguem sempre. Hoje sei mais acerca
das minhas dificuldades e aprendi que dificuldade e impossibilidade não têm o
mesmo significado.
Queria poder dizer em palavras o que sinto agora
Queria poder dizer para todas que o Senhor é meu amigo mais querido, a minha hitória de amor
E quando ouço a sua voz
Me chamando pelo nome
Eu sinto uma saudade
Uma vontade de viver
E eu te chamo Jesus
Venha viver junto a mim
Venha me dar essa vontade
Essa alegria de viver
"Venha!
Meu coração está com pressa
Quando a esperança está dispersa
Só a verdade me liberta
Chega de maldade e ilusão
Venha!
O amor tem sempre a porta aberta
E vem chegando a primavera
Nosso futuro recomeça
Venha!
Que o que vem é Perfeição!..."
É exatamente assim que desejo e preciso ficar. Quietinha com
minhas angústias. Estou sofrendo por coisas que não gosto, que não são saudáveis.
Sozinha posso sentir minhas dores sem incomodar a ninguém, sem ter de dar
explicações, sem ter de racionalizar tudo.
As pessoas esperam tanto de mim... Muitas vezes isso me
sufoca. Esperam reações, atitudes, gestos, palavras, resultados, sem cogitar a
ideia de que em alguns momentos a minha vontade é simplesmente silenciar. Ficar
calada, tentando entrar em sintonia com Deus para aquietar meu coração.
Há algumas dores e duas estão sobressaindo mais. A greve na
universidade e o abismo que quer instalar-se entre alguns amigos e eu. Olho
nossas fotos na tentativa de amenizar a saudade mas é em vão. O coração fica ainda
mais apertado porque nessas fotos há pessoas que deixaram claro que tudo não
passou de uma farsa. E aí me lembro das pessoas de plástico que Fernando
mencionou e dos mascarados que comentei com Wannsse.
Não consigo concentrar-me nas coisas. Não consigo estudar. Não
consigo uma porrada de coisa. Sinto-me impedida por algo que não faz parte de
mim. É nessa hora que grito o nome de Jesus Cristo. Só Ele é capaz de enviar
Luz sobre mim. Só através dEle posso alcançar meus amigos. Só nEle encontrarei
a fonte de tudo que é bonito, tudo que pode transformar-me num ser humano
melhor. Só Ele pode proporcionar-me mansidão.
Gostaria de saber onde estão meus amigos agora, o que estão
fazendo. Mas meu desejo mesmo era podermos estar juntos nessa noite para
relembrar nossos bons momentos e renovar nossa relação.
Almejo meu direito de silenciar, não argumentar, não
responder, pelo menos até essas coisas desagradáveis irem embora da minha vida.
Não creio estar pedindo muito. Quero apenas ficar quieta no
meu lugar por um tempo. Tempo suficiente para Deus agir e eu perceber.
Deus me proteja da sua inveja
Deus me defenda da sua macumba
Deus me salve da sua praga
Deus me ajude da sua raiva
Deus me imunize do seu veneno
Deus me poupe do seu fim
Deus me proteja da sua inveja
Deus me defenda da sua macumba
Deus me salve da sua praga
Deus me ajude da sua raiva
Deus me imunize do seu veneno
Deus me poupe do seu fim
Deus me acompanhe
Deus me ampare
Deus me levante
Deus me dê força
Deus me perdoe por querer
Que Deus me livre e guarde de você
Deus me acompanhe
Deus me ampare
Deus me levante
Deus me dê força
Deus me perdoe por querer
Que Deus me livre e guarde de você
Deus me perdoe por querer
Que Deus me livre e guarde de você
Deus me livre e guarde de você
Deus me livre e guarde de você
Madrugada estranha. Quente e fria. Sono instável. Sono? Por
duas horas foi possível dormir. Surge a ideia de escrever, mas com cuidado
porque as lágrimas podem danificar o computador portátil que é emprestado. Quantos
sentimentos. Quantos pensamentos. Tanta dor. Que sensação esquisita de confusão.
Ora os minutos caminhavam, ora corriam. Tudo estava pouco
visível. A penumbra envolvia a solidão da noite. Estrelas? No momento não fazia
diferença se no céu elas estivessem. O ar começou a faltar e a dor da perna a
aumentar. Que dor inconveniente. Volta e meia ela surge sem pedir licença. Será
tendinite? Que importa? A dor do coração, a dor da alma eram muito mais intensas.
Quais são as razões de tamanhas dores?
O pensamento caminha pela amizade. Como dói ser adulto e não
ter a disponibilidade da infância e adolescência. Era tão mais fácil. Passávamos
horas ao telefone mesmo sabendo que à noite nos encontraríamos. Era tão mais
bonito poder rir com os amados amigos que sempre estavam à disposição. Faziam
um bem danado aquelas saídas para beber, comer, rir e dançar. A tristeza era
bastante ausente. Qualquer lugar ficava bom quando a turma estava reunida. Dinheiro
e fatura de cartão de crédito não eram preocupações porque sempre um ou dois
pagavam mais, por que a presença de cada era simplesmente indispensável. Como dói
a distância que briga para ser maior que o amor explícito na amizade. Cada
aniversário era sagrado. Participar dos retiros dentro e fora da Igreja
fortalecia nossa amizade e aumentava nossa fé.
No caminho o pensamento chegou à família. Tão numerosa e com
tanta gente bonita. Há união sim, mas também há inveja, egoísmo e muita
mentira. Gostam da penumbra. A clareza e a verdade são as últimas opções.
Sempre? Não, porém na maior parte das vezes. A história da família Bernardo é
forte e sofrida cujas personagens são guerreiras. Quantos já se foram... Que falta fazem...
Algumas partidas não foram superadas como a do tio André. Ele se foi a mais de
vinte anos e ainda assim dói não o ver nas festas da família. Talvez se aqui
ele ainda estivesse fisicamente esse blogue não existiria ou teria outras
publicações. Talvez eu tivesse um tênis para caminhar com as amigas e andar de
bicicleta com meu filho. Provavelmente eu teria outros inúmeros postais de
diversos países. Certamente não comeríamos tantos ovos ao fim de cada mês.
Talvez me fosse permitido colocar o nome do meu filho de André Luiz. Talvez com
ele não tivesse a necessidade de procurar um médico para ajudar-me a conviver
com minhas tristezas e medos.
Mesmo nessa madrugada esquisita o pensamento alcançou o amor
que foi rejeitado. A memória revisitou os poucos momentos de total felicidade. Ás
vezes nos sentíamos tão bem que o medo surgia. E as noites de amor dos nossos
corações, dos nossos corpos. Ah! As respirações muitas vezes acompanhadas das lágrimas.
Lágrimas de medo daquelas noites terem prazo de validade. O pensamento se
lembrou de detalhes significativos, bons e ruins. As músicas, as cartas, as
ligações escondidas, os beijos inesperados...
Estava tudo misturado. Inúmeras preocupações. Vários
desejos. Até o corpo resolveu reclamar seus necessidades, seus desejos. Mas não
quero atendê-lo de qualquer jeito, com qualquer pessoa. Nunca fui assim e não
quero ser. E as horas foram passando. Só não passaram as dores de dentro. Até a
dor na perna se foi. A luta para pensar em coisas boas era grande, porém mal
sucedida. Pensar na saúde, na vida do filho, nos familiares e nos amigos não
surtia o efeito necessário. Chorar de dor e ter medo era mais fácil.
E o tempo? Ora um aliado ora um inimigo. Como estará minha
vida daqui a dez anos? Meu filho estará bem de saúde e bem nos estudos? Espero
em Deus que sim. Minhas avós estarão vivas? Que grande bênção será. Meu irmão
terá encontrado um bom caminho na vida? Um dos meus maiores sonhos. Eu estarei
com alguém? Casada? Dificilmente. Quase certeza de não. Confesso ter medo dos
mascarados, das pessoas de plástico. Quero estar formada e trabalhando com amor,
humildade, sabedoria e eficácia.
Nessa madrugada foi difícil falar com Deus, foi difícil
rezar. Não por falta de crença mas por falta de força. Por receio de parecer
mal agradecida. Por causa da proporção da angústia. Pedi à Maria para conversar
por mim. Chamei o Espírito Santo para me acalmar e fortalecer. Deu certo!
Tudo doeu. Tudo sangrou. Tanta coisa para sair daqui. Mas
como? Sem direção, sem destino certo?A
quem revelar? Quem pode compreender e dar respostas? É mesmo a melhor opção
procurar um médico? Mas qual? Terapeuta, psicólogo, analista? Quem? Será a única
opção?
Chega! Não quero mais escrever. Não quero mais chorar. Daqui
a pouco o Sol aparecerá. E com ele uma nova chance de ter um bom dia e se Deus
quiser uma noite de sono. Não pedirei nada para a próxima além de conseguir
dormir. Dormir sem sonhar.
Ontem Ana me disse uma frase simples e dura que jamais esquecerei. "Viver é muito difícil." Viver bem, viver feliz, viver em paz muitas vezes me parece algo divino e distante da nossa realidade. Noutros momentos olho para os sentimentos do bem que nutro, para o filho abençoado que Deus me deu, para os parentes que se fazem sempre presente, para os amigos que contribuem nas alegrias da minha vida, e penso que a dificuldade não existe a todo instante.
Também ontem eu disse a Ana o quão difícil é conviver com as pessoas, com as nossas mazelas e com as mazelas daqueles que amamos. Mas aí entra o grande lance das relações que é o respeito pelo espaço do outro. Por pior que seja ver um amigo sofrendo, por mais que doa não poder fazer nada para acabar com a tristeza, não temos o direito de invadir e quase exigir que o outro tenha atitudes que não fazem parte da natureza dele.
Demorei um bocado para pensar dessa forma, para compreender que a vida nem sempre é amarela, vermelha, azul ou verde. Muitas vezes o preto e branco toma conta de tudo ou quase tudo. E mesmo nesse momento tem de haver algo bom, temos que recorrer à sensibilidade para perceber que há uma luz.
No entanto, não desisti do meu sonho azul da cor do mar. Não desisti de muitas pessoas. Não deixei minha fé guardada. Busco em Deus a força que muitas vezes me falta.
Amigo, a fase não é boa, as notícias não são esperançosas, mas ainda assim há motivo para sorrir. Ainda há motivo para viver.
"Mas quem sofre
Sempre tem que procurar
Pelo menos vir achar
Razão para viver...
Ver na vida algum motivo
Pra sonhar
Ter um sonho todo azul
Azul da cor do mar..."