“Mesmo quando tudo pede
um
pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
um pouco mais de alma
Até quando o corpo pede
um pouco mais de alma
A vida não para.”
O que fazer...
Quando a libido supera a razão?
Quando o corpo grita?
Quando a vontade tenta descontrolar-nos?
Quando é frio lá fora e queimamo-nos por dentro?
Não conhecia isso e agora não consigo esquecer.
A culpa é sua. O que fazer?
“Você acelerou minha calma.”
Aquele vinho se somava ao sabor
do nosso prazer.
Aquela caipirinha aumentava o calor
dos nossos corpos.
E tudo ardira.
E tudo excitara!
O que fazer agora,
que você não está mais aqui?
Como mandar embora tudo isso aqui,
já que você não virá mais?
Tem de haver uma saída.
Tem de haver uma maneira.
Onde está?
Quem sabe?
Ai que saudade!
Ai que vontade!
Mas não devemos.
Por que não?
Quem proibiu?
“Tô com saudades de você, debaixo
do meu cobertor
De te arrancar suspiros, fazer amor
Tô com saudades de você, na varanda em noite quente
E o arrepio frio que dá na gente
Truque do desejo
Guardo na boca, o gosto do beijo.”
De te arrancar suspiros, fazer amor
Tô com saudades de você, na varanda em noite quente
E o arrepio frio que dá na gente
Truque do desejo
Guardo na boca, o gosto do beijo.”
“Tô com saudades de você, do
nosso banho de chuva
Do calor na minha pele, da língua tua
Tô com saudades de você, censurando o meu vestido
As juras de amor ao pé do ouvido
Truque do desejo
Guardo na boca, o gosto do beijo.”
Do calor na minha pele, da língua tua
Tô com saudades de você, censurando o meu vestido
As juras de amor ao pé do ouvido
Truque do desejo
Guardo na boca, o gosto do beijo.”
Sinto-me presa ao que se foi,
ao que se viveu,
ao que se sentiu,
ao gosto,
ao cheiro,
à respiração.
“Ando tão à flor da pele,
Que meu desejo se confunde com a vontade de não ser,
Ando tão à flor da pele,
Que a minha pele tem o fogo do juízo final.”
Que meu desejo se confunde com a vontade de não ser,
Ando tão à flor da pele,
Que a minha pele tem o fogo do juízo final.”
Não sei
o que fazer.
Não
devo fazer o que quero fazer.
É ruim
não fazer o que desejo fazer.
“Um barco sem porto,
Sem rumo,
Sem vela,
Cavalo sem sela,
Um bicho solto,
Um cão sem dono,
Um menino,
Um bandido,
Às vezes me preservo noutras suicido.”
Sem rumo,
Sem vela,
Cavalo sem sela,
Um bicho solto,
Um cão sem dono,
Um menino,
Um bandido,
Às vezes me preservo noutras suicido.”
E então, o que fazer?

Não há respostas...
ResponderExcluirComo muitas coisas nessa vida...
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