Jagunço valente, guerreiro!
Medo de nada não tinha...
Fez andanças pelos sertões do Brasil, cavalgou, caçou, matou...
Até pacto com o Demo fez!
Vingança na alma cravada tinha e a perseguiu até o fim.
Ambição de chefiar; chefiou!
Quis ganhar a guerra; e ganhou!
E de nada lhe valeu tantos impérios e famas!
Pois, ao perder o que mais valioso possuía,
sua alma desmaiou,
sua vida perdeu a cor,
seu coração emudeceu e doeu e morreu...
E provou que o bem mais precioso que temos na vida
é o amor!
Fez andanças pelos sertões do Brasil, cavalgou, caçou, matou...
Até pacto com o Demo fez!
Vingança na alma cravada tinha e a perseguiu até o fim.
Ambição de chefiar; chefiou!
Quis ganhar a guerra; e ganhou!
E de nada lhe valeu tantos impérios e famas!
Pois, ao perder o que mais valioso possuía,
sua alma desmaiou,
sua vida perdeu a cor,
seu coração emudeceu e doeu e morreu...
E provou que o bem mais precioso que temos na vida
é o amor!
Mas já??!!! rsrsrs Q mulher rápida!!! kkkkkk Obrigada pela homenagem!!! Sempre essa lindona carinhosa!!!! rs
ResponderExcluirAna Peixoto
Poema-intertexto – bonito e cheio de sentidos.
ResponderExcluirParabéns à novel poetisa!
Obrigada, querido professor-marido! Um elogio desse vindo de você é o que há!!! rsrsrsrs
ResponderExcluirAna Peixoto